Não resisti - Hot Jesus!
Vá lá não sejam tão críticos (as).
Eu andei a resistir desde o domingo de Páscoa a falar sobre o Diogo Morgado e até pensei que já esta safa...
Mas entretanto no sábado passado o Hot, Hot Jesus (só um hot não chega, desculpem lá), recebeu o prémio de Homem do Ano, atribuído pela revista GQ, e eu pensei cá para comigo: "Há coisas às quais não devemos resistir...". É que até nos pode fazer mal e eu estou a entrar numa idade em que tenho de começar a tomar mais cuidado com o meu coração e com emoções fortes.
Vou-me confessar com todas as letras - EU ADOREI A SÉRIE "THE BIBLE" E O DIOGO MORGADO NA PELE DE JESUS CRISTO.
Não quero saber de críticas.
Eu não sou nada de fés, nem coisas do género, acredito em mim e na minha força e energia para mover a minha vida. Aliás, esta falta de fé é apenas mais um dos desgostos (muitos) que tenho dado à minha progenitora. (Eu sei, mas mãe é uma palavra muito bonita, não se deve usar à toa).
Geralmente, e apesar de adorar a Páscoa, que sempre foi para mim mais uma época de família do que o Natal, não acho piada nenhuma a que venham logo as televisões com aquelas séries absolutamente secantes sobre a vida de Jesus Cristo (que me desculpem os crentes) e essas coisas todas. Mas não tenho muita paciência para aquelas tretas todas.
Este ano e depois de despachar o almoço de Páscoa (que levou quase três dias a preparar) alapei-me (adoro o verbo alapar, especialmente a parte prática) no sofá e entrei no maravilhoso mundo das gravações automáticas do MEO (acho que foi uma das melhores invenções da humanidade. Não vejo publicidade há meses) e comecei a ver The Bible.
E tenho de confessar (não, não me converti), que fiquei apaixonada e presa ao ecrã.
O Diogo Morgado esteve muito, muito bem. Para além de ser giro que dói, tenho de concordar com a realizadora. Ele foi o melhor Jesus Cristo de sempre. Não estou aqui a incluir o original, claro, que na verdade não se sabe como era, se era, se esteve, se... enfim, muitos ses.
Ses à parte, este Jesus Cristo português foi fantástico e olhem que eu não sou muito impressionável, mas adorei.
Achei-o maravilhoso, tranquilo, como toda a gente acha que o original deverá ter sido e francamente convincente.
A mim convencia-me. A converter-me, claro. Estavam a pensar o quê?
Quando o vi nas fotos da festa da GQ (não percebo porque é que estas coisas nunca me calham a mim...) já com um look século XXI, pensei que tinha mesmo de pôr a minha opinião aqui.
É que de facto há coisas a que não devemos resistir. É que podem mesmo fazer mal ao coração!!!
