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Eu e o mundo

As minhas impressões, opiniões e outras coisas acabadas em ões sobre o mundo, pelo menos o mais próximo de mim.

Eu e o mundo

As minhas impressões, opiniões e outras coisas acabadas em ões sobre o mundo, pelo menos o mais próximo de mim.

o Natal e as árvores

Não, não estou a falar das árvores de Natal.

Estou a falar das árvores que se abatem por causa dos folhetos de Natal das mais variadas lojas, hipers e supermercados e marcas.

Não acho mesmo nada bem. Cada vez que abro a caixa do correio ou uma revista saem de lá, especialmetne nesta altura do ano, folhetos absolutamente inúteis com publicidade a brinquedos, bombons, vinhos, queijos, relógios, roupas, sapatos e etc. Muito etc. 

Tenho quase a certeza de que ninguém lhes dá grande importância, a não ser os putos para moerem a cabeça dos pais e pedirem mais brinquedos e na sua grande maioria vão parar ao lixo, os folhetos nãos os putos, claro.

Não e parece nada bem que se continuem a abater árvores para alimentar um hábito emdcadência. Hoje em dia com internets e redes sociais, televisões e afins ainda acham mesmo necessário este abuso?

E que tal contabilizarem bem a coisa e em vez de folhetos que só aumentam o lixo do planeta e destroem árvores de que todos necessitamos desesperadamente para poder respirar, doassem esse dinheiro para ajudar quem precisa? Ou, melhor ainda, para replantar florestas? eu seria a primeira cliente de um hiper ou marca que anunciasse: "Este Natal não imprimimos folhetos e vamos usar esse dinheiro para replantar as florestas queimadas durante o último verão". E aposto que não seria a única.

Há poucas coisas que me afligem tanto como ver cortar uma árvore. doi-me o coração, juro que dói.

Ainda me lembro com muita saudade do maravilhoso chorão que tínhamos no jardim e que teve de ser abatido devido a uma doença que ameaçava deitá-lo ao chão e pôr em perigo o telhado de casa. Eu sei, em consciência que não havia nada a fazer para o salvar e que se houvesse o meu marido o teria feito, mas quando cheguei a casa e vi a árvore no chão não consegui evitar as lágrimas. Ainda hoje quando olho para o sítio onde durante tanto tempo acolheu os nossos almoços de verão, me sinto angustiada com a sua ausência. 

Como diz o meu marido: "Por ti isto já era tudo selvagem". Desculpem lá, mas cortar árvores, só mesmo algumas folhas do loureiros para aromatizar a comida. E pronto.

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